“Olha que te magoas! Eu não disse que não ias ser capaz?”

Segundo Peter Gray (psicólogo e defensor da educação autodirigida), quando um adulto orienta ou domina a brincadeira de uma criança, então deixa de ser uma brincadeira. ⁠

Não é interessante?⁠

Queremos proteger as nossas crianças, mas acabamos a ser castradores, opressores da sua liberdade, autonomia, e criatividade.⁠

Com tanta informação que nos diz que temos de brincar, temos de nos sentar no chão, temos de fazer faz de conta, por vezes sentimos tanto essa pressão de nos envolvermos que acabamos por interromper momentos de brincadeira e de aprendizagem para ir lá mandar um bitaite desnecessário.⁠

Existem (e são fundamentais) os momentos de brincar com a mãe/pai ou com quem cuida, mas é preciso conseguirmos discernir quando a nossa presença vai ser benéfica ou se vai só corroer um momento de entretenimento e de imaginação daquela criança. Porque se queremos mostrar que estamos ali, então muitas vezes basta sentar e observar, sem interferir.⁠

Vamos libertar física e metaforicamente as nossas crianças. Deixar que sejam e que aprendam, sem estarmos constantemente em cima, para que consigam explorar, arriscar, eventualmente cair e aprender a levantar.⁠

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