As 5 love languages

O Dr. Eduardo Sá diz que “pais que não namoram, assinam o divórcio em suaves prestrações” e eu adoro esta provocação – mudava apenas para pais e mães 😉

Para as famílias biparentais:⁠
Nem sempre é fácil encontrar tempo e espaço para conversar e namorar, mas às vezes basta uma privet joke, um sorriso, uma mensagem ou troca de olhares.⁠

Para haver esta predisposição para o “namoro” é essencial que a vida em família e respectivas tarefas sejam partilhadas de forma justa, caso contrário uma das partes estará em sobrecarga física e mental. ⁠

Não há milagres (nem há super-mulheres) 🤷‍♀️⁠

Comunicar, falar sobre o nosso dia, sobre os receios, preocupações, desafios e objectivos. Falar sobre carga mental e procurar equilibrar todos os pratos, em conjunto.⁠

Este tempo e espaço para nós e para o casal por vezes é escasso, mas é tão importante para conseguirmos estar centrados e nos autoregularmos com maior eficácia. ⁠

Como sabem, pais e mães felizes (juntos ou separados) educam crianças mais felizes!⁠

As 5 love languages são muito interessantes de explorar em casal e em família e fazem-nos entender melhor de que forma é que nós e a outra pessoa se sente amada, e são elas:

WORDS OF AFFIRMATION – É quando alguém valoriza mais um elogio, palavra de apoio ou de motivação do que um abraço, por exemplo! Nesta love language as palavras pesam muito, e devem ser escolhidas a dedo.

ACTS OF SERVICE – É quando alguém valoriza mais as acções do que só as palavras bonitas. Receber aquela ajuda quando estamos mesmo a precisar, sentirmos que a outra pessoa está a tirar-nos peso de cima ou simplesmente organizar um evento especial.

RECEIVING GIFTS – Para muitas pessoas, a forma como se sentem mais amadas é recebendo presentes! E muitas vezes acreditam que as outras pessoas também se sentem amadas do mesmo modo, mas sabemos que não funciona assim.

QUALITY TIME – É quando alguém valoriza, mais do que um gesto, palavra ou presente, a verdadeira presença do outro. Quando se sente verdadeiramente vista e escutada.

PHYSICAL TOUCH⁠ – É quando se valoriza mais o toque, o afecto. Um abraço apertado significa muito, assim como a necessidade de um contacto físico mais informal durante uma conversa – desde que seja apropriado, obviamente. Acredito que as pessoas cuja manifestação primaria de amor é o contacto físico são das que mais sofrem com o distanciamento social.

E porque é que esta ferramenta é tão interessante no contexto da Alcateia? Porque também nos ajuda na relação com as nossas crianças. Os nossos/as filhos/as também têm as suas próprias linguagens de amor. No meu caso, o meu filho mais novo adora contacto físico, enquanto que o mais velho precisa muito mais de tempo de qualidade. Ambos gostam de receber presentes, mas… que criança não gosta?

Deixo aqui os quizzes, se vos fizer sentido experimentem 😉

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